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Lula da Silva está interditado para o exercício de cargo ou função pública

Lula da Silva está interditado para o exercício de cargo ou função pública.

Leia aqui a íntegra da sentença condenatória de Lula da Silva.

 

 

 

LULA DA SILVA É CONDENADO POR CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO

Lula da Silva

Lula da Silva foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro a nove anos e seis meses de prisão em regime fechado.

O juiz Sérgio Moro, titular da 13ª vara da Justiça Federal de Curitiba, condenou o ex-presidente em ação penal que envolve o apartamento triplex em Guarujá, patrimônio ocultado por Lula.

A sentença foi publicada nesta quarta-feira (12/7).

Só piora para Michel Temer

Conforme as previsões deste site, a situação do presidente Michel Temer só piora, mas não nos surpreende, esta situação já era esperada.

Era óbvio que após ter sido citado por diversas vezes nas colaborações premiadas dos ex-executivos da Odebrecht, sobre os pedidos de propina em encontros escusos com empresários no Palácio do Jaburu, a situação jurídica e política de Michel Temer se complicaria, principalmente depois que veio à baila o nome de Lúcio Funaro como a pessoa que entregou envelope de dinheiro destinado a Michel Temer no escritório de José Yunes, ex-assessor especial da Presidência da República, que se demitiu depois do escândalo.

Somente esse fato já seria de extrema gravidade, mas quando pensávamos que a situação não poderia piorar, explodiu a bomba atômica da colaboração premiada dos executivos do grupo J&F.

As informações de Joesley Batista e o áudio da conversa criminosa que Michel Temer manteve com o empresário colocaram a cabeça do presidente da República na guilhotina, situação extrema que levou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,  a oferecer denúncia em face de Michel Temer e de seu carregador de malas de propinas, Rodrigo Rocha Loures.

Novamente, a situação gravíssima nos levou a pensar que não poderia piorar, mas piorou muito.

Geddel Vieira Lima, que foi o  homem de Michel Temer na Caixa Econômica Federal, foi preso preventivamente por intimidar a mulher de Lúcio Funaro para tentar interferir e impedir futura colaboração do operador do esquemão que desviava recursos do FI-FGTS para favorecer as empresas de Joesley Batista.

Lúcio Funaro presta depoimentos em sede de colaboração premiada, Eduardo Cunha negocia um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal, e o protagonista dos fatos criminosos que a dupla de delinquentes pretende entregar é o presidente da República.

Michel Temer, por tudo que está posto, deverá ser encaminhado à prisão tão logo seja deposto do cargo e perca a imunidade, assim, é muito provável que deixe o Palácio do Jaburu e vá direto para a carceragem da Polícia Federal e de lá para a penitenciária da Papuda.

Triste e justo fim para um presidente da República que foi alçado ao cargo para trabalhar a favor do crime.

Só piora para Michel Temer.

 

PGR DIVULGA NOTA

Diante dos ataques desesperados e abusivos  do denunciado Michel Temer, a Procuradoria-Geral da República divulgou nota de esclarecimento sobre a denúncia do Presidente da República flagrado em crimes.

Nota da PGR

Leia abaixo a íntegra da nota

Nota de esclarecimento sobre denúncia contra o presidente da República

A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da República, Michel Temer, nessa segunda-feira, 26 de junho, é pública e baseada em fartos elementos de prova, tais como laudos da Polícia Federal, relatórios circunstanciados, registro de voos, contratos, depoimentos, gravações ambientais, imagens, vídeos, certidões, entre outros documentos, que não deixam dúvida quanto à materialidade e a autoria do crime de corrupção passiva. A peça foi submetida à análise do Supremo Tribunal Federal e seguirá o trâmite previsto na Constituição Federal.

O procurador-geral da República pauta-se por uma atuação técnica, no estrito rigor da lei, tanto na esfera judicial quanto na administrativa, e não se furta em cumprir as responsabilidades inerentes ao exercício do ofício. Rodrigo Janot cumpre à risca o comando constitucional de que ninguém está acima da lei ou fora do seu alcance, cuja transgressão requer o pleno funcionamento das instituições para buscar as devidas punições. Se assim não fosse, não haveria um Estado Democrático de Direito.

Sobre o ex-procurador da República e hoje advogado Marcello Miller, a Procuradoria-Geral da República esclarece que ele não participou das negociações do acordo de colaboração premiada dos executivos do Grupo J&F. Ele integrou a Assessoria Criminal do procurador-geral da República de setembro de 2013 a maio de 2015. De maio de 2015 a julho de 2016, ele foi designado para integrar o Grupo de Trabalho da Operação Lava Jato na PGR, em Brasília. A partir de 4 de julho de 2016, ele voltou a ser lotado na PR/RJ, com processos distribuídos ao seu ofício, atuando junto ao Grupo de Trabalho somente como membro colaborador. Ele solicitou exoneração do cargo de procurador da República em 23 de fevereiro de 2017, a qual foi efetivada em 5 de abril de 2017.

O procurador-geral da República reafirma o compromisso do trabalho realizado como chefe do Ministério Público da União com o propósito de garantir a probidade, a transparência e a responsabilidade no trato da coisa pública.

Assessoria de Comunicação Estratégica do PGR

Procuradoria-Geral da República

PROCRADOR-GERAL DA REPÚBLICA OFERECEU DENÚNCIA EM FACE DE MICHEL TEMER E RODRIGO ROCHA LOURES

Michel Temer

Em documento bombástico recheado de provas, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu denúncia do presidente da República, Michel Temer, e de seu ex-assessor, Rodrigo da Rocha Loures pela prática do crime de corrupção passiva.

Leia aqui a íntegra da denúncia.

 

Michel Temer chafurda na lama

No relatório conclusivo da Polícia Federal com a perícia do áudio da conversa entre Michel Temer e Joesley Batista, a PF constata que ao ouvir o relato de Joesley Batista sobre os pagamentos para silenciar Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, o presidente da República  “avalizou e aderiu à ação que estava em curso”.

Leia aqui (Inquérito 4483)

Laudo pericial da conversa entre Michel Temer e Joesley Batista foi concluído

A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira (23/6)  o laudo da perícia da conversa gravadas por Joesley Batista, em um encontro secreto na calada da noite Com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu, no dia 7 de março.

O Instituto Nacional de Criminalística (INC) concluiu que não houve edições no áudio e que as 180 interrupções ocorreram naturalmente porque o dispositivo utilizado para gravação pausa automaticamente a captação do áudio quando há períodos de silêncio.

O resultado da perícia será encaminhada ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

Ouça o áudio.

 

 

 

Cunha vai depor no inquérito que investiga Temer

Michel Temer e Eduardo Cunha

Eduardo Cunha vai prestar depoimento nesta quarta-feira (14/6) no inquérito que investiga o presidente Michel Temer por corrupção passiva, obstrução à Justiça e participação em organização criminosa.

Cunha é investigado no mesmo inquérito.

O depoimento será às 11h na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

A Polícia Federal investiga, entre outros crimes, o pagamento de propina para Eduardo Cunha e Lúcio Funaro ficarem calados na cadeia, de acordo com a gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista, na calada da noite de 7 de março, nos porões do Palácio do Jaburu.

Ministro Edson Fachin concedeu 5 dias para PF concluir inquérito de Temer

Michel Temer

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a prorrogação por mais cinco dias o prazo para que a Polícia Federal conclua a inquérito contra o presidente Michel Temer e o ex-assessor dele, Rodrigo Rocha Loures.

O ministro Fachin aguarda a manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre o pedido de arquivamento da investigação feito pela defesa de Temer.

 

Temer chamou Joesley de falastrão, não quando era para voar com o empresário

O presidente investigado Michel Temer, que era amigo íntimo de Joesley Batista, chamou o empresário de falastrão, mas não achava isso quando voava com a família no avião particular do delator.

Joesley Batista era para Michel Temer o que José Carlos Bumlai era para Lula da Silva, amigo íntimo.

O diário de bordo do avião particular de Joesley Batista com prefixo PR-JBS foi entregue às autoridades como mais uma prova da relação íntima que Michel Temer mantinha com o empresário.

Nos registros de viagem do avião de Joesley Batista constam o nome do passageiro Michel Temer e de sua família com a inscrição, “Família sr. Michel Temer”.

As datas dos registros mostram que o voo de ida aconteceu no dia 12 de janeiro de 2011, partindo do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com destino a Comandatuba, na Bahia.

A volta ocorreu no dia 14 de janeiro de 2011, partindo da pista particular para jatinhos do Hotel Transamérica Comandatuba com destino a Congonhas, entre os sete passageiros do voo estavam Michel  Temer e sua família.

Michel Temer nega a relação próxima com Joesley Batista, mas as provas mostram que o presidente e o empresário mantinham uma relação muito próxima.

Rocha Loures não quer raspar a cabeça

Olha a cabeleira do Zezé. Será que ele é? Será que ele é?

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (6/6) um pedido de liberdade de Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala de Michel Temer.

Rodrigo Rocha Loures, o longa manus de Michel Temer, está preso na  Superintendência da PF em Brasília e deve ser transferido na próxima quarta-feira  para o Presídio da Papuda.

A defesa de Loures pede que ele passe por audiência de custódia, no entanto, não cabe esse pedido, uma vez que a necessidade de prisão do custodiado já foi analisada pelo juiz que expediu o mandado de prisão.

A defesa também pediu ao STF para que Rocha Loures não tenha a cabeça raspada quando for transferido para a Papuda, como acontece com todos os outros presos.

TSE terá quatro sessões para julgar a ação que pede a cassação de Dilma e Temer

Será retomada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça (6/6) às 19h, o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral  –  AIJE 194358 – que pede a cassação da chapa Dilma-Temer.

A ação foi proposta em 18 dezembro de 2014 pelo PSDB contra os Diretórios Nacionais do PT e do PMDB.

Serão realizadas quatro sessões plenárias no TSE se acordo com o seguinte cronograma:

6/6/2017 – terça-feira – 19h

7/6/2017 – quarta-feira – 9h

8/6/2017 – quinta-feira – 9h e 19h

A AIJE 194358 tramita em conjunto com a AIJE 154781, a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo – AIME 761 e a Representação – RP 846.

Procedimento

De acordo com o regimento interno, o relator da matéria, que também exerce a função de corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, dará inicio ao julgamento com a leitura do relatório da ação, que traz um resumo das diligências feitas, dos depoimentos e provas coletados, das perícias, e das providências solicitadas pelo relator durante a fase de instrução processual.

Em seguida, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, concederá a palavra, da tribuna, aos advogados de acusação e aos de defesa das partes envolvidas, nessa ordem. Em seguida, o representante do Ministério Público Eleitoral – MPE fará suas considerações.

Depois o ministro Herman Benjamin apresentará o seu voto na AIJE e na sequência votam os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga, Tarcisio Vieira, Luiz Fux, Rosa Weber e Gilmar Mendes, nessa ordem, conforme prevê a regra do artigo 24 do Regimento Interno do TSE.

QUEM MANDOU MATAR CELSO DANIEL?

Marcos Valério

“…o que eu fiquei sabendo é muito grave. E o senhor não vai poder garantir a minha vida, senhor”

Em depoimento prestado à Justiça Federal em 12 de setembro de 2016, Marcos Valério pediu ao juiz Sérgio Moro para não responder questionamento do procurador do Ministério Público Federal sobre uma chantagem que Lula da Silva teria sofrido da parte Ronan Maria Pinto, que ameaçava revelar as circunstâncias do homicídio de Celso Daniel.

“Ouvi do Sr. Silvio Pereira que o ministro José Dirceu, o presidente Lula e o Sr. Gilberto Carvalho estavam sendo chantageados. Aí eu chamei o Sr. Silvio e falei: ‘Sr. Silvio, o senhor é maluco. Eu não vou fazer, eu não vou transferir e vou te contar uma coisa: o assunto é tão sério, que eu acho melhor o senhor arrumar alguém de confiança do Sr. presidente para resolver esse assunto”, afirmou Marcos Valério.

O Ministério Público Federal questionou qual era o motivo da chantagem, mas Valério não quis falar naquele momento por temer um atentado contra sua vida.

“Senhor, eu gostaria de não responder a essa pergunta, porque ela é muito… o que eu fiquei sabendo é muito grave. E o senhor não vai poder garantir a minha vida, senhor”, afirmou Marcos Valério.

No dia 11 de outubro de 2016, a deputada federal Mara Gabrilli encontrou-se por acaso com Marcos Valério no presídio, quando realizava uma visita para verificar a situação de presos com necessidades especiais.

A deputada conversou com o publicitário e colheu depoimentos estarrecedores sobre as circunstâncias do assassinato do ex-prefeito e seus mandantes.

A deputada entregou um dossiê sobre o assassinato de Celso Daniel no ano passado ao juiz Sérgio Moro.

Celso Daniel está morto, mas o caso não.

No dia 1º de abril de 2016 foi deflagrada a 27ª fase da Operação Lava Jato – Carbono 14 – que prendeu Ronan Maria Pinto, empresário de Santo André (SP), suspeito de receber R$ 6 milhões do esquema de corrupção da Petrobras investigado pela Polícia Federal.

No despacho em que autoriza a prisão de Ronan, o juiz Sérgio Moro cita a morte do prefeito da cidade, Celso Daniel (PT), em 2002, e diz que “é possível” que o crime tenha “alguma relação” com um esquema de corrupção que existia na prefeitura da cidade.

Ronan já havia sido condenado em 2015 por envolvimento em um esquema no setor de transportes de Santo André entre 1999 e 2001.

Ao autorizar a prisão do empresário, o juiz Moro lembrou a condenação e, em seguida, escreveu ser “possível que este esquema criminoso tenha alguma relação com o homicídio, em janeiro de 2002, do então Prefeito de Santo André, Celso Daniel, o que é ainda mais grave”.

Segundo o Ministério Público de São Paulo, Celso Daniel foi morto porque descobriu a cobrança de propinas e tentou impedi-la. Os desvios abasteceriam o “caixa dois” do PT, segundo promotores. No entanto, para a polícia, o petista foi morto em um crime comum.

Mas os fatos que estão vindo à tona com as investigações da Operação Lava Jato demonstram que o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel pode ter sido encomendado.

No dia 3 de abril deste ano, a deputada Mara Gabrilli enviou um ofício ao procurador de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, em que narra todos os depoimentos que colheu do publicitário Marcos Valério e pede o prosseguimento das investigações do crime.

Em setembro de 2012, Marcos Valério prestou depoimento ao Ministério Público Federal e revelou que foi informado em 2004 pelo secretário-geral do PT, Silvio José Pereira, que o presidente Lula estava sendo chantageado em razão do assassinato de Celso Daniel, mas os procuradores não consideraram as afirmações do publicitário naquele momento. O publicitário disse que o empresário Ronan Maria Pinto exigia R$ 6 milhões para não divulgar informações relacionadas ao caso Santo André, envolvendo o presidente Lula, o ex-ministro José Dirceu e o então assessor particular Gilberto Carvalho.

Marcos Valério disse que  “Ronan ia entregar Lula como mentor do assassinato” de Celso Daniel, caso não recebesse 6 milhões de reais.

As investigações da Operação Lava Jato constataram que o dinheiro, de fato foi pago, mas ainda não estava claro os motivos, uma vez que ninguém sai por aí distribuindo R$ 6 milhões por nada e em razão de nada.

Marcos Valério, preso no mensalão, diz que quer revelar as circunstâncias da morte de Celso Daniel que teria sido encomendada por Lula.

A deputado Mara Gabrilli disse que Marcos Valério está disposto a esclarecer todos os detalhes da chantagem e afirmou “O Valério me disse que Ronan ia apontar o ex-presidente Lula como mentor do assassinato do Celso Daniel”.

Segundo a deputada, o publicitário garantiu ter as provas da chantagem.

Em depoimento prestado em colaboração premiada, Paulo Roberto Costa fala sobre a morte de Celso Daniel.

 

Marcos Valério negocia um acordo de colaboração premiada com três promotores de Minas Gerais e dois procuradores da República, que foram destacados pelo procurador-geral da República para tratar do caso.

Após o envio do ofício da deputada ao procurador de Justiça de São Paulo, dois promotores foram conversar com Marcos Valério, mas ele diz não ter confiança em depor para os promotores e diz que só vai contar tudo para a Polícia Federal.

Em breve o Brasil terá a resposta para a pergunta: Quem mandou matar Celso Daniel?

Saiba mais em:

A Chantagem – Parte 1

A Chantagem – Parte 2

O juiz Sérgio Moro, em despacho no dia 2 de março de 2017, revelou que é possível que o empréstimo investigado tenha relações com a extorsão para não revelar o assassinato de Celso Daniel, a ser esclarecida por Marcos Valério.

Trecho da sentença do juiz federal Sérgio Moro – 2 de março de 2017.

No despacho que autorizou a prisão de Ronan Maria Pinto, expedido em 15 de fevereiro de 2016, escreveu o juiz Sérgio Moro: “Se confirmado o depoimento de Marcos Valério, de que os valores lhe foram destinados em extorsão de dirigentes do Partido dos Trabalhadores, a conduta é ainda mais grave, pois, além da ousadia na extorsão de na época autoridades da elevada Administração Pública, o fato contribuiu para a obstrução da Justiça e completa apuração dos crimes havidos no âmbito da Prefeitura de Santo André”.

Em outro trecho do mesmo despacho, o juiz federal afirma que é possível que o empréstimo intermediado por José Carlos Bumlai tenha relação com o homicídio de Celso Daniel.

Trecho do despacho do juiz fedral Sérgio Moro – 15 de fevereiro de 2016.

 

Em breve o Brasil terá a resposta para a pergunta: Quem mandou matar Celso Daniel?

Rodrigo Rocha Loures vai para a Papuda

Rodrigo Rocha Loures no momento da prisão.

Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala de Michel Temer, preso na manhã deste sábado (3/6) pela Polícia Federal em Brasília, vai ver o sol nascer quadrado da Papuda, complexo penitenciário de Brasília, famoso por abrigar celebridades do crime do colarinho branco.

Rodrigo Rocha Loures vai passar o fim de semana na carceragem VIP da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal e na segunda-feira (5/6) será transferido para a Papuda.

Rodrigo Rocha Loures foi preso

Loures e Temer

A Polícia Federal prendeu neste sábado (3/6) Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor especial do presidente Michel Temer.

O mandado de prisão preventiva foi expedido na noite de sexta (2/6) pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF),  relator da Operação Lava Jato.

Rodrigo Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal recebendo uma mala contendo R$ 500 mil, propina  destinada ao presidente Michel Temer.

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